Anti-hipertensivo

Princípio Ativo: besilato de anlodipino

Registro M.S.: 1.5423.0243.

Indicação: Tratamento da hipertensão, isquemia miocárdica, situações clínicas sugestivas de possível componente vasoespástico/vasoconstritor, angina refratária a nitratos e/ou doses adequadas de beta-bloqueadores, insuficiência cardíaca crônica grave sem sinais ou sintomas clínicos sugestivos de doença isquêmica de base.

Apresentações:
5mg – cx. c/ 30 comp.
10mg – cx. c/ 30 comp.

Caixa de embarque: cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Hipersensibilidade as dihidropiridinas, anlodipino ou aos componentes da fórmula. Cuidados e advertências: O uso na gravidez é recomendado apenas quando não existe alternativa mais segura e quando a doença por si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto. Administrar com cautela em pacientes com insuficiência hepática. A eficácia e segurança de besilato de anlodipino em crianças não foram estabelecidas. Reações adversas e interações: Os efeitos colaterais mais comumente apresentados incluem dor de cabeça, edema, fadiga, sonolência, náusea, dor abdominal, rubor, palpitações e tontura. Os efeitos menos comumente observados incluem função intestinal alterada, artralgia, dor nas costas, dispepsia, dispnéia, hiperplasia gengival, ginecomastia, hiperglicemia, impotência, aumento na frequência urinária, leucopenia, mal estar, mudanças no humor, boca seca, câimbra muscular, neuropatia periférica, pancreatite, sudorese aumentada, síncope, trombocitopenia, vasculite e distúrbios visuais. Raramente foram observadas reações alérgicas. Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio, arritmia e dor torácica. Foram raramente relatados casos de hepatite, icterícia e elevações da enzima hepática. Desconhecem-se interações medicamentosas prejudiciais. Posologia: Hipertensão e angina: dose inicial usual de 5 mg, uma vez ao dia, podendo ser aumentado para uma dose máxima de 10 mg. Insuficiência cardíaca crônica grave sem sinais clínicos ou sintomas sugestivos de uma doença isquêmica de base: dose usual de 10 mg, uma vez ao dia. O tratamento deve ser iniciado com doses únicas diárias de 5 mg aumentando-se, em caso de boa tolerabilidade, para 10 mg em doses únicas diárias.