Anticonvulsivante

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. Registro M.S.: 1.5423.0255

Indicações: Indicado no tratamento de crises epilépticas, de crises de ausências típicas (pequeno mal), de ausências atípicas (síndrome de Lennox- Gastaut), espasmos infantis (Síndrome de West). Em crises epilépticas do tipo grande mal, parciais simples, parciais complexas e tônico-clônicas generalizadas secundárias.É também indicado no tratamento de: transtornos de ansiedade, como ansiolítico em geral, distúrbios do pânico, fobia social, transtornos do humor, transtorno afetivo bipolar, no tratamento da mania, depressão maior, para tratamento da acatisia, tratamento da síndrome das pernas inquietas, tratamento da vertigem e sintomas relacionados à perturbação do equilíbrio como: náuseas, vômitos, pré-síncopes ou síncopes, quedas, zumbidos e distúrbios auditivos, tratamento da síndrome da boca ardente.

Apresentação:
0,5mg – cx. c/ 30 crps.
2mg – cx. c/ 30 cprs.
2,5mg/mL – frasco c/ 20ml

Caixa de embarque: cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: a pacientes com hipersensibilidade conhecida a clonazepam ou a qualquer dos excipientes do medicamento, a pacientes com insuficiência respiratória grave ou comprometimento hepático grave, pois os benzodiazepínicos podem levar à ocorrência de encefalopatia hepática, para o tratamento de transtornos do pânico em pacientes com histórico médico de apneia do sono, pacientes com glaucoma agudo de ângulo fechado, pode ser usado por pacientes com glaucoma de ângulo aberto, desde que estejam recebendo terapia apropriada. Cuidados e advertências: outros problemas de saúde, como doenças nos rins ou fígado, distúrbio neuromuscular ou respiratório, porfiria, sinais ou sintomas de depressão e/ou tentativa de suicídio, intolerância à galactose ou deficiência de lactase, ataxia cerebelar ou espinhal, uso regular ou intoxicação aguda por álcool ou drogas. Pode ocorrer perda de efeito durante o tratamento com clonazepam, álcool e/ou depressores do sistema nervoso central, essa combinação pode aumentar os efeitos, com potencial sedação grave que pode resultar em coma ou morte, depressão cardiovascular e/ou respiratória, pode ocorrer amnésia anterógrada com o uso de benzodiazepínicos em doses terapêuticas. Pode precipitar o estado de mal epiléptico. O uso de benzodiazepínicos pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psícológica. O risco de dependência aumenta com a dose, tratamentos prolongados e em pacientes com história de abuso de álcool ou drogas, pode lentificar as reações, efeito agravado com o uso de álcool, só deve ser administrado a gestantes se houver indicação absoluta e se os benefícios potenciais superarem os riscos para o feto. Avaliar o risco/benefício do uso a longo prazo em pacientes pediátricos com distúrbios epilépticos, pode aumentar a salivação e as secreções brônquicas em lactentes e crianças pequenas. Os efeitos dos benzodiazepínicos parecem ser maiores em pacientes idosos do que em pacientes mais jovens, mesmo em concentrações plasmáticas similares.Reações adversas e interações: sonolência, cefaleia, infecção de vias aéreas superiores, fadiga, gripe, depressão, vertigem, irritabilidade, insônia, ataxia, perda do equilíbrio, náusea, coordenação anormal, sensação de cabeça leve, sinusite e concentração prejudicada. As substâncias a seguir podem interagir com clonazepam, depressores do sistema nervoso central e álcool, antidepressivos, medicamentos para dormir, alguns analgésicos, antipsicóticos, ansiolíticos, anticonvulsivantes. O suco de toranja pode aumentar o efeito. Posologia: os comprimidos devem ser ingeridos por via oral com pouca quantidade de líquido não alcoólico. A dose utilizada depende da doença, da resposta clínica, idade e tolerabilidade. Recomenda-se que o tratamento inicie com doses mais baixas, que podem ser aumentadas se necessário.