Antifúngico

Princípio Ativo: fluconazol

Registro M.S.: 1.5423.0014. 

Indicação: Tratamento de candidíase vaginal aguda e recorrente e balanites por cândida, assim como profilaxia para reduzir a incidência de candidíase vaginal recorrente; dermatomicoses, incluindo Tinea pedis, Tinea corporis, Tinea curis, Tinea unguium e infecções por cândida.

Apresentações:
150mg – cx. c/ 01 cáps.
150mg – cx. c/ 02 cáps.

Caixa de embarque:
cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da fórmula.Cuidados e advertências: Alguns pacientes tem desenvolvido, raramente, reações cutâneas esfoliativas. Pacientes com infecções fúngicas sistêmicas/invasivas que desenvolveram rash devem ser monitorizados, sendo que o fluconazol deve ser descontinuado se ocorrerem lesões bolhosas ou eritemas multiformes. Tem sido associado com raros casos de toxicidade hepática grave incluindo fatalidades inicialmente em pacientes com enfermidade grave. A hepatotoxicidade causada pelo fluconazol tem sido geralmente reversível com a descontinuação do tratamento. Pacientes que apresentem testes de função hepática anormais durante o tratamento com fluconazol devem ser monitorados para verificar o desenvolvimento de danos hepáticos mais graves. Em raros casos, assim como outros azólicos, anafilaxia tem sido relatada como uso de fluconazol. O uso durante a gravidez deverá ser evitado, exceto em pacientes com infecções fúngicas graves ou com potencial de risco de vida e nos quais os potenciais benefícios possam superar os possíveis riscos ao feto. Não é recomendado a mulheres lactantes.Reações adversas e interações: As reações adversas mais comumente observadas são: cefaleia, rash, dor abdominal, diarreia, flatulência, náusea, toxicidade hepática incluindo casos raros de fatalidades, elevação dos níveis de fosfatase alcalina, bilirrubina, TGO e TGP. Em alguns pacientes, particularmente aqueles com enfermidades de base graves, tais como Aids e câncer, foram observadas alterações nos resultados dos testes das funções hematológica e renal e anormalidades hepáticas. Além disso, os seguintes eventos adversos ocorreram durante o período pós-comercialização: tontura, convulsões, alopecia, distúrbios esfoliativos da pele incluindo síndrome de Steves-Johnson e necrólise epidermial tóxica, dispepsia, vômito, insuficiência hepática, hepatite, necrose hepatocelular, icterícia, leucopenia incluindo neutropenia, agranulocitose, trombocitopenia, anafilaxia, hipercolesteromia, hipertrigliceridemia, hipocalemia e distúrbio do paladar. O fluconazol aumentou o tempo de protrombina (12%) após a administração de varfarina em voluntários sadios do sexo masculino. Foram relatados eventos hemorrágicos em associação com o aumento no tempo de protrombina em pacientes recebendo fluconazol concomitantemente com a varfarina. Logo após a administração oral de midazolam, o fluconazol resultou em um aumento substancial na concentração e nos efeitos psicomotores do midazolam. Se pacientes tratados com fluconazol necessitarem de uma terapia concomitante com um benzodiazepínico, uma diminuição na dosagem do benzodiazepínico deve ser considerada e os pacientes devem ser apropriadamente monitorados. Foram relatados eventos cardíacos em pacientes recebendo o fluconazol concomitantemente com cisaprida. A co-administração de cisaprida é contra-indicada em pacientes recebendo o fluconazol. Recomenda-se uma monitorização das concentrações de ciclosporina em pacientes que estejam recebendo fluconazol. A co-administração de doses múltiplas de hidroclorotiazida em voluntários sadios que estavam recebendo fluconazol aumentou a concentração plasmática desta última droga em 40%. A administração concomitante de fluconazol e fenitoína pode aumentar os níveis desta última droga para um graus clinicamente significante. Existem relatos de que há uma interação quando o fluconazol é administrado concomitantemente com a rifabutina, levando a um aumento nos níveis séricos da rifabutina. Existem relatos de uveíte em pacientes nos quais a rifabutina e o fluconazol estavam sendo co-administrados. Pacientes recebendo rifabutina e fluconazol, concomitantemente, devem ser cuidadosamente monitorizados. Em pacientes que estejam recebendo terapia concomitante à rifampicina, um aumento da dose de fluconazol deve ser considerado. O fluconazol e sulfonilureias orais podem ser co-administrados a pacientes diabéticos, porém a possibilidade de episódios de hipoglicemia deve ser considerada. Pacientes recebendo tacrolimus e fluconazol concomitantemente devem ser cuidadosamente monitorizados. É contraindicado o uso combinado de fluconazol em doses de 400 mg ou mais com terfenadina. A co-administração de fluconazol, em doses menores que 400mg por dia com terfenadina, deve ser cuidadosamente monitorizada. Pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina, ou que estejam sob risco elevado de toxicidade a teofilina, deverão ser observados quanto aos sinais de toxicidade à mesma, enquanto estiverem recebendo fluconazol. Devem ser monitorizados pacientes com a co administração de fluconazol e zidovudina devido ao desenvolvimento de reações adversas relacionadas à mesma. O uso de fluconazol em pacientes recebendo concomitantemente astemizol ou outras drogas metabolizadas pelo sistema do citocromo P450 pode ser associado com elevações nos níveis séricos dessas drogas.Posologia: Dermatomicoses – dose oral única semanal de 150mg, de 2 a 4 semanas. Tinea ungueal – 150mg em dose única semanal, até que a unha infectada seja totalmente substituída pelo crescimento. Candidíase vaginal e balanite por cândida – dose única oral de 150mg. Para reduzir a incidência de candidíase vaginal recorrente, deve-se utilizar dose única mensal de 150 mg, de 4 a 12 meses. Em pacientes com insuficiência renal que utilizarão doses múltiplas de fluconazol, uma dose inicial de 50 mg a 400 mg pode ser adotada. Após a dose inicial, a dose diária (de acordo com a indicação) deve ser: clearance de creatinina > 50 mL – 100%; = 50 mL (sem diálise) – 50%; diálise regularmente – 100% da dose após cada diálise.