Hipoglicemiante

Princípio Ativo: glibenclamida

Registro M.S n º.: 1.5423.0043.

Indicação: Tratamento oral do diabetes não insulino – dependente (Tipo II ou diabetes do adulto).

Apresentação:
5mg – cx. c/ 30 comp.

Caixa de embarque: cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Hipersensibilidade à glibenclamida. Pacientes com diabetes insulino-dependente (tipo I ou diabetes juvenil), coma diabético, descompensação metabólica do diabetes, insuficiência renal grave, mulheres durante a gravidez ou lactantes.Cuidados e advertências: O tratamento de diabetes com Glicamin requer monitoração constante. Até se conseguir um ótimo controle, ou quando se está trocando de medicamento antidiabético ou se os comprimidos não são tomados regularmente, o estado de alerta e o tempo de reação pode ser alterado, portanto o paciente não deve dirigir ou operar máquina. Reações adversas e interações: Reações afetando o trato gastrintestinal tais como náuseas, vômitos, dor abdominal, sensação de plenitude gástrica ou peso no epigastro e diarreias são observados em casos excepcionais. Reações de hipersensibilidade envolvendo a pele ocorreram somente em casos isolados. Podem ocorrer raros casos de reações alérgicas. Há a possibilidade de hipersensibilidade cruzada às sulfonamidas ou seus derivados. Podem ocorrer, em casos isolados, distúrbios hematopoiéticos. Houve em alguns casos aceleração na degradação de células vermelhas e inflamação dos vasososanguíneos. Em casos isolados, podem ocorrer alterações hepáticas. Se o paciente apresentar excessiva diminuição dos níveis sanguíneos de glicose sem tratamento adequado, podem aparecer alterações neurológicas transitórias. Pode causar prurido. Pode levar à uma diminuição do sódio sérico. Reações hipoglicêmicas podem ocorrer quando se usam as seguintes drogas: agentes anabolizantes, inibidores da ECA, quinolonas; disopiramida, fluoxetina, guanetidina, ácido paramino-salicílico, probenecida, tritoqualina, beta-bloqueadores, benzofibrato, preparações de biguanida, cloranfenicol, clofibrato, derivados cumarínicos, fenfluramina, feniramidol, inibidores da MAO, miconazol, pentoxifilina, preparações de fenilbutazona, fosfamidas, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas e preparações de tetraciclina. A atenuação do efeito hipoglicemiante pode ocorrer quando em uso concomitante com acetazolamida,
diazóxido, glucagon, fenotiazínicos, fenitoína, laxativos, corticosteroides, diuréticos, nicotinatos, derivados fenotiazínicos, hormônios sexuais, agentes simpatomiméticos e hormônios da tireoide. Potencialização e atenuação dos efeitos podem ocorrer com uso concomitante de clonidina e reserpina. O álcool pode potencializar a ação hipoglicemiante. Em raros casos pode ocorrer potencialização ou atenuação do efeito hipoglicemiante quando há uso concomitante com drogas antagonistas H2. Pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos. Posologia: A dosagem é prescrita através dos resultados de exames laboratoriais. De maneira geral, a dose inicial é de ½ a 1 comprimido diário. Sob supervisão médica, a dose inicial pode ser gradualmente aumentada, se necessário, a 3 comprimidos e em casos excepcionais a 4 comprimidos diários. A menos que seja prescrito de modo diferente, a primeira dose diária deve ser administrada imediatamente antes da primeira refeição substancial. Para os casos que exigirem mais de 1 comprimido ao dia, recomenda-se dividir a dose em duas administrações: uma dose antes da primeira refeição substancial e a outra antes do jantar.