Antiulceroso

Princípio Ativo: lansoprazol

Registro M.S.: 1.5423.0016.

Indicação: Cicatrização e alívio sintomático de esofagite de refluxo, úlcera duodenal e úlcera gástrica, em tratamento de curto prazo. Para tratamento a longo prazo de pacientes hipersecretores, portadores ou não de Síndrome de Zollinger-Ellison.

Apresentações:
30mg – cx. c/ 14 cáps. de liberação retardada
30mg – cx. c/ 28 cáps. de liberação retardada

Caixa de embarque:
cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Hipersensibilidade ao lansoprazol ou a qualquer componente da fórmula. Cuidados e advertências: As cápsulas devem ser ingeridas pela manhã, em jejum, inteiras. Deve-se ter cautela na prescrição de lansoprazol a pacientes idosos com disfunção hepática. O lansoprazol somente deve ser administrado durante a gravidez se, em criteriosa avaliação médica, os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. Deve-se ter cautela na administração de lansoprazol a mulheres que estejam amamentando. Não foram estabelecidas a segurança e eficácia em crianças. Em idosos, Tmáx e AUC é o dobro do que aqueles em voluntários jovens. A posologia inicial não necessita ser modificada em idosos, mas doses subsequentes superiores a 30 mg ao dia não devem ser administradas, a menos que supressão adicional da secreção ácida gástrica seja necessária. Reações adversas e interações: Os eventos adversos mais frequentemente relatados em estudos à curto prazo e considerados possíveis de estarem relacionados com o uso de lansoprazol, foram diarreia, náusea e cólicas abdominais. Os efeitos no SNC como cefaleia, tonteira e sonolência, tem sido relatados menos frequentemente. Exantemas e elevações temporárias da atividade plasmática das aminotransferases hepáticas foram observados ocasionalmente. O lansoprazol é metabolizado pelo sistema do citocromo P450. Quando administrado concomitantemente com teofilina, um pequeno aumento (10%) na depuração de teofilina foi observado. Administração concomitante com sucralfato retarda a absorção de lansoprazol e reduz sua biodisponibilidade em aproximadamente 30%. Portanto, deve ser tomado pelo menos 30 minutos antes do sucralfato. Não há diferença estatisticamente significante na Cmáx quando lansoprazol é administrado uma hora após preparados antiácidos com hidróxido de alumínio e de magnésio. Como lansoprazol causa inibição profunda e duradoura da secreção ácida gástrica, é teoricamente possível que possa interferir na absorção de fármacos em que o pH gástrico seja um importante determinante da biodisponibilidade. Posologia: Esofagite de refluxo, incluindo úlcera de Barret: 30 mg ao dia, por 4 a 8 semanas. Úlcera duodenal: 30 mg ao dia, por 2 a 4 semanas. Úlcera gástrica: 30 mg ao dia, por 4 a 8 semanas. Manutenção da cicatrização de esofagite de refluxo, de úlcera duodenal e de úlcera gástrica: 15 mg uma vez ao dia. Síndrome de Zollinger-Ellison: dose inicial de 60 mg ao dia, por 3 a 6 dias. A dose deve ser então titulada ascendentemente, até conseguir-se um paciente assintomático com secreção ácida basal inferior a 10 mEq/h em pacientes com Síndrome de Zollinger-Ellison não gastrectomizados e em hiper-secretores sem síndrome. Em pacientes com síndrome, previamente gastrectomizados, a secreção ácida basal recomendada como alvo é igual ou inferior a 5 mEq/h. Se o paciente requerer 120 mg ou mais de lansoprazol ao dia, as doses devem ser divididas em duas tomadas equivalentes. Uma vez que o alvo seja atingido, o paciente deve ser monitorado, para determinar se a dose deve ser ajustada para mais ou para menos. No caso de duas tomadas diárias, a segunda tomada também deve ser em jejum.