Antianginoso / Vasodilatador periférico

Princípio Ativo: nifedipino

Registro M.S.: 1.5423.0028.

Indicação:Doença arterial coronariana: angina crônica estável e angina vasoespástica.

Apresentação:
20mg – cx. c/ 30 cprs.

Caixa de embarque:
cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Contraindicações: Hipersensibilidade ao nifedipino. Hipotensão grave. Cuidados e advertências: A relação risco-benefício deverá ser avaliada na presença de estenose aórtica grave, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico, disfunção hepática ou renal e hipotensão leve a moderada. Não se recomenda o uso de nifedipino durante a gestação e puerpério, devido ao alto risco de teratogenicidade (categoria C). Deve ser utilizado durante a gravidez somente se o potencial benefício justificar o potencial risco ao feto. O uso de nifedipino em diabéticos pode requerer maior controle da glicemia devido a um possível efeito hiperglicemiante do produto. Reações adversas e interações: Pode ocorrer ocasionalmente cefaleia, sensação de calor e rubor facial. Em casos isolados náusea, diarreia, tontura, cansaço, reações dérmicas, parestesia, hipotensão grave, taquicardia e palpitações tem sido observadas, principalmente depois de altas doses. Edema de membros inferiores desenvolve-se ocasionalmente como resultado da dilatação seletiva dos vasos arteriais. Hiperplasia gengival e ginecomastia, principalmente em idosos, podem ocorrer em casos extremamente raros durante terapêutica prolongada. Dores torácicas, por vezes tipo anginosa, podem desenvolver-se em casos extremamente raros, aproximadamente trinta minutos após administração de nifedipino. Também é raro observarem se alterações da função hepática. Casos isolados de hiperglicemia tem sido observados. Nos pacientes em diálise, com hipertensão maligna e hipovolemia, importante queda de pressão arterial pode ocorrer como resultado da vasodilatação. Mialgia, tremor das extremidades, alteração da percepção visual podem ocorrer em casos isolados, particularmente após altas doses. Reações à droga, que variam em intensidade de indivíduo para indivíduo, podem reduzir a capacidade de dirigir ou de controlar máquinas. Isto pode ocorrer, sobretudo no início do tratamento, na mudança de medicação ou sob ingestão alcoólica simultânea. O efeito anti-hipertensivo pode ser potencializado por outras drogas anti-hipertensivas. A associação de nifedipino com beta-bloqueadores deve ser cuidadosa, pois pode ocasionar hipotensão arterial excessiva e até mesmo insuficiência cardíaca congestiva em casos isolados. O efeito anti-hipertensivo de Nioxil pode ser potencializado pela administração de cimetidina e de forma não significativa pela ranitidina; este efeito pode ser mediado pela inibição a nível hepático do citocromo P450 pela cimetidina, provavelmente é responsável pelo efeito de primeira passagem do nifedipino, o que resulta em seu nível sérico elevado. Associação com digoxina pode levar a aumento dos níveis plasmáticos da digoxina, e a associação com quinidina está associada a uma queda nos níveis plasmáticos da quinidina. A ingestão concomitante com suco de laranja inibe o metabolismo oxidativo do nifedipino, aumentando as concentrações plasmáticas, podendo causar maior efeito hipotensor. Posologia: Dose inicial de 1 comprimido de 10 mg, 3 vezes ao dia. A dose eficaz comum está na faixa de 10 a 20 mg, 3 vezes ao dia. Certos pacientes respondem somente a altas doses, administrações mais frequentes ou ambas, assim as doses de 20-30 mg ao dia podem ser eficazes. Doses acima de 120 mg por dia raramente são necessárias. Não recomendam-se dosagens acima de 180 mg por dia. Em pacientes hospitalizados sob estrita observação, a dose pode ser dada aumentando em 10 mg a cada 4 – 6 horas, conforme necessário, para controlar a dor e arritmias causadas pela isquemia. Cada dose raramente deve exceder a 30 mg.